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	<title>Olympicks</title>
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	<description>As melhores escolhas do que acontece em Pequim</description>
	<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 12:38:16 +0000</pubDate>
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	<language>pt-br</language>
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		<managingEditor>daniel.bittencourt@gmail.com (Curso de Comunicacao Digital, Unisinos)</managingEditor>
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		<category>technology, sports, olympic games</category>
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		<itunes:keywords>Jogos Oliacute;mpicos, anaacute;lise, cobertura, portais, georreferenciamento, Pequim, Beijing 2008, Olympic Games, Comunicaccedil;atilde;o Digital, Unisinos</itunes:keywords>
		<itunes:subtitle>Bastidores do Olympicks, um projeto desenvolvido por alunos formandos em Comunicaccedil;atilde;o Digital.</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>As melhores escolhas do que acontece em Pequim passam tambeacute;m pelo seu iPod. Baixe o podcast do Olympicks e fique por dentro da anaacute;lise da cobertura dos grandes portais sobre os Jogos Oliacute;mpicos de Pequim.</itunes:summary>
		<itunes:author>Curso de Comunicacao Digital, Unisinos</itunes:author>
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		<title>As Ações De Branding Nos Jogos</title>
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		<comments>http://comdigital.info/conteudo/as-acoes-de-branding-nos-jogos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2008 12:26:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Moresco</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Análise]]></category>

		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<category><![CDATA[olimpíadas]]></category>

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		<description><![CDATA[As contradições da China podem causar prejuízo às marcas que se associaram ao gigante asiático nas ações de branding para os Jogos? O Olympicks apresenta essas ações e discute seus resultados.<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "As Ações De Branding Nos Jogos", url: "http://comdigital.info/conteudo/as-acoes-de-branding-nos-jogos/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No <a href="http://comdigital.info/conteudo/a-china-como-marca/">último artigo</a>, me deti à discussão da marca representada pela nação China e suas articulações com as questões humanas, políticas e sociais em tempo de Olimpíada. Agora, quero propor uma discussão acerca das marcas que anunciaram durante os Jogos e sua relação com a marca China.</p>
<p>Serão analisadas <a href="http://www.olympikus.com.br" target="_blank">Olympikus</a>, <a href="http://www.lenovo.com" target="_blank">Lenovo</a>, <a href="http://espnbrasil.terra.com.br" target="_blank">ESPN Brasil</a> e <a href="http://www.mcdonalds.com.br" target="_blank">Mc Donald&#8217;s</a>. Seguindo na ordem, a Olympikus investiu <a href="http://invertia.terra.com.br/publi_news/interna/0,,OI2996931-EI10368,00.html)" target="_blank">R$20 milhões</a> na maior campanha publicitária da marca - <a href="http://www.conspiracaopequim.com.br" target="_blank">Conspiração Pequim</a> -, que conta com um filme para TV e um hotsite. O filme mostra guerreiros chineses perseguindo Giba para que ele não possa competir. </p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jHzxeD6vnpM&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/jHzxeD6vnpM&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Porém, houve toda uma preparação para o lançamento desse material. Um vídeo que mostra Giba dando uma entrevista em mandarin a um repórter chinês foi publicado no Youtube. Como todo vídeo que pretende ser viral, a estética é amadora, sem nenhuma produção.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HVxu_iTAklw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/HVxu_iTAklw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><strong>Reforço na blogosfera e nas redes sociais</strong><br />
Aliado a isso, foram criados dois blogs. O <a href="http://tudopelogiba.blogspot.com/" target="_blank">blog da Tatiele </a>- uma suposta fã apaixonada por Giba - e o <a href="http://voleinaveia.wordpress.com/" target="_blank">blog do Rodrigo</a> - um admirador do vôlei. Para finalizar, há uma comunidade no Orkut chamada &#8220;Olha o Giba falando chinês&#8221;, que reforça a &#8216;credibilidade&#8217; do vídeo no Youtube.</p>
<p>Todo esse material está concentrado em um hotsite, que ainda conta com um game onde Giba luta contra os guerreiros que querem lhe impedir de competir, galeria de fotos, downloads e making of da campanha (de onde, inclusive, saíram todas essas informações).<br id="fh-z" /><br id="fh-z0" />Levando em conta que a Olympikus é a menor marca dentre as analisadas, eles acertaram a mão com a campanha, pelo menos nos quesitos qualidade de produção e relevância. A produção do filme  - gravado em um templo chinês em São Paulo - é caprichada, assim como o hotsite a integração com as outras formas de comunicação utilizadas.</p>
<p>Devo dizer que a Olympikus foi a marca que mais conectou, nesta campanha, a sua imagem à da China, contituindo o que se convenciona chamar de <a href="http://www.terra.com.br/istoedinheiro/393/negocios/compadres_corporativos.htm" target="_blank">co-branding</a>. As referências ao país são observadas no filme, no vídeo do Youtube (através do idioma), no game e na comunidade do Orkut.</p>
<p><strong>Conteúdo gerado pelos atletas</strong><br />
A aposta de outra marca foi na base da ousadia. A Lenovo - fabricante chinesa de computadores - construiu a ação <a href="http://summergames.lenovo.com/?language=en+es+fr+de+it+ja" target="_blank">Voices of the Olympic Games</a>, que convidou cem atletas para blogarem suas experiências. Para isso, distribuiu notebooks e câmeras digitais a todos.</p>
<p>Vale lembrar que, segundo a Lenovo, os blogs não são proprietários da marca, muito menos estão hospedados sob o seu domínio. Cada atleta criou o seu próprio blog. É difícil dizer (ou acreditar) até que ponto a marca não influencia o que cada um vai escrever em seu blog, mas de qualquer forma achei a ação interessante.<br id="ge-o" /><br id="ge-o0" />Já a ESPN Brasil apostou no cômico para marcar presença. O hotsite <a href="http://www.fanaticosporolimpiadas.com.br" target="_blank">Fanáticos por Olimpíadas</a> propõe que cada pessoa grave a sua própria narração para vídeos de modalidades olímpicas não convencionais - Levantamento de Mulher, Salto Sabão, Boxe Bolha, Tênis de Mesa e basquete Repolho.</p>
<p>Os usuários escolheram a melhor narração (já saiu a premiação) por meio de votação e o premiado terá seu vídeo exibido na ESPN (TV e web), além de poder acompanhar os bastidores e a preparação dos conteúdos para os programas esportivos do canal.<br id="hwa70" /></p>
<p><strong>As conexões afetivas do McDonald&#8217;s</strong><br />
Deixei o Mc Donald&#8217;s por final de propósito, pois essa é, de longe, a melhor ação digital e também a mais &#8216;branding&#8217; de todas. Explico. Gosto de abordar o branding como um conceito que percorre o caminho inverso do que normalmente vemos acontecer no mercado, ou seja, as empresas correndo atrás de novos consumidores para seus produtos e serviços, ou do &#8216;famoso&#8217; público-alvo.</p>
<p>O branding, por sua vez, parte da premissa de que uma marca deve estabelecer conexões cognitivas e, acima de tudo, afetivas com os seus consumidores para que estes se sintam suficientemente atraídos para ir até ela.</p>
<p>Em suma, boas estratégias de branding nunca tratarão o seu público como um alvo, pois, mais do que ser um target, uma &#8216;mira&#8217; a ser atingida pela marca, ele precisa ser atraído até ela e estabelecer uma relação de fidelidade, de identificação e, claro, de compras freqüentes. E nesse ponto o Mc Donald&#8217;s deu um show, justamente por promover um alto nível de envolvimento com e entre os consumidores.</p>
<p><strong>Jogo de realidade</strong><br />
The Lost Ring foi o nome escolhido para batizar a ação digital da marca do Ronald. Trata-se de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alternate_reality_game">ARG </a><a href="http://www.thelostring.com" target="_blank">The Lost Ring </a>- como a empresa batizou o ARG -, foi concebido pela game designer <a href="http://http://www.avantgame.com/bio.htm" target="_blank">Jane McGonigal</a> e sua história gira em torno do desaparecimento de um esporte olímpico, após <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teod%C3%B3sio_I" target="_blank">Teodósio</a> abolir os jogos em 393 d.C..</p>
<p>Ao todo são sete personagens (inclusive uma brasileira) e os diferentes idiomas falados por cada um representam parte do desafio do jogo (nesse caso, um desafio comunicacional, já que existem pistas nesses diferentes idiomas).</p>
<p>Cada personagem - <a href="http://http://www.findthelostring.com/ariadne/home.do" target="_blank">Ariadne</a>, <a href="http://www.findthelostring.com/markus/home.do" target="_blank">Markus</a>, <a href="http://www.findthelostring.com/noriko/home.do" target="_blank">Noriko</a>, <a href="http://www.findthelostring.com/meihui/home.do" target="_blank">Meihui</a>, <a href="http://www.findthelostring.com/diego/home.do" target="_blank">Diego</a>, <a href="http://www.findthelostring.com/lucie/home.do" target="_blank">Lucie</a>, <a href="http://www.findthelostring.com/larissa/home.do" target="_blank">Larissa</a> e <a href="http://www.findthelostring.com/monica/home.do" target="_blank">Monica</a> - tem o seu blog, onde algumas das pistas podem ser encontradas. Fazem parte, ainda, um <a href="http://www.thelostgames.com/home.html" target="_blank">site</a> com lendas sobre a origem dos Jogos, um <a href="http://olympics.wikibruce.com/Home" target="_blank">wiki</a> da comunidade que se criou em torno do ARG e um <a href="http://avantgame.blogspot.com/2008/03/lost-ring-alternate-reality-game-of.html" target="_blank">post</a> publicado pela idealizadora do jogo.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HV2taCwugzk&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/HV2taCwugzk&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><strong>Vantagens e prejuízos</strong><br />
É interessante observar como cada uma dessas ações está conectada - ou não - à China como marca. Como mencionei anteriormente, a Olympikus é a marca que mais vincula a sua campanha à China, através dos diferentes pontos de contato com o público.</p>
<p>A Lenovo conecta-se à nação chinesa de forma mais &#8216;indireta&#8217;, pois sua ação caracteriza um co-branding com os Jogos Olímpicos (Voices of the Olympic Games). A ESPN segue a mesma receita, já que a ação Fanáticos por Olimpíadas tem como ponto de partida as modalidades olímpicas e utiliza uma estratégia de sátira - ou <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pastiche)" target="_blank">pastiche</a> - de um programa já consagrado e integrante da grade televisiva da emissora - o Fanáticos por Futebol.</p>
<p>Por fim, o McDonald&#8217;s se utiliza da mesma estratégia, porém em profundidade muito maior, já que The Lost Ring visa à exploração de mitos e lendas a cerca da origem dos Jogos Olímpicos. Com isso tudo - e resgatando um argumento desenvolvido no <a href="http://comdigital.info/conteudo/a-china-como-marca/" target="_blank">artigo anterior</a> - , Alternate Reality Game é, grosso modo, uma forma alternativa de narrar a realidade, onde a fronteira entre o real e o fantasioso é absolutamente dissolvida.</p>
<p>O deste texto - de que as marcas que anunciam durante os Jogos podem ser prejudicadas por eventuais percepções negativas associadas à China - eu diria que a Olympikus é a marca que pode ser mais prejudicada, justamente por estar tão conectada à China.</p>
<p><strong>O contraste de duas Chinas</strong><br />
O fato de a maioria das marcas - pelo menos dentre estas analisadas - terem escolhidos os Jogos Olímpicos como marca para endossar suas ações digitais me faz crer ainda mais que a China é uma marca fraca e pouco passível de credibilidade para os anunciantes.</p>
<p>Ainda que os Jogos sempre sucitem a emergência de questões políticas, sociais, econômicas e culturais do território que os abriga, esta parece ser uma marca muito mais confiável do que a China. A verdade é que se estas fossem campanhas offline, essa estratégia  - marca X utiliza a Olimpíada para desenvolver ações, Olimpíada endossa e comunica ações da marca X - funcionaria muito bem (ou pelo menos melhor).</p>
<p>Mas, como tratam-se de ações online, os consumidores que interagem com essas peças são rodeados por um contexto noticioso - portais, notícias, vídeos, fotos -  que inevitavelmente acaba remetendo à China e ressaltando as conexões do país com o evento olímpico (o que possivelmente não fosse do desejo dos anunciantes).<br id="lqhn1" style="color: #000000;" /><br id="lqhn2" style="color: #000000;" />A China ainda tem muito trabalho a fazer para consolidar a imagem de uma marca consistente e atrair consumidores para o quer ela promete entregar como benefícios - a sua proposta de valor. Enfim, com o perdão do trocadilho redundante, a China precisa se esforçar para elaborar uma estratégia de branding que não seja &#8220;Made in China&#8221;.</p>
<p><a href="http://sharethis.com/item?&wp=2.5.1&amp;publisher=bb14f930-acbd-4549-b5c5-09eb4daf019d&amp;title=As+A%C3%A7%C3%B5es+De+Branding+Nos+Jogos&amp;url=http%3A%2F%2Fcomdigital.info%2Fconteudo%2Fas-acoes-de-branding-nos-jogos%2F">ShareThis</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Quadro De Medalhas Revisitado</title>
		<link>http://comdigital.info/conteudo/quadro-de-medalhas-revisitado/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Aug 2008 17:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Bittencourt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[A Olimpíada de Pequim oferece a oportunidade de os grandes portais inovarem na forma de apresentar as informações sobre os Jogos. O Google - mais uma vez - transforma o tradicional, o corriqueiro, no novo<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "Quadro De Medalhas Revisitado", url: "http://comdigital.info/conteudo/quadro-de-medalhas-revisitado/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A apresentação das principais informações sobre os Jogos Olímpicos começa a ganhar novos formatos. Um dos mais recentes veio - adivinhe - do Google, é claro.</p>
<p>Em vez de apresentar o tradicional quadro de medalhas, a equipe de desenvolvimento resolveu jogar os dados em um mapa - típico do gigante das buscas. Na mesma solução, há ainda a possibilidade de ver os locais das competições e os estádios.</p>
<p>Navegue no mapa.</p>
<p><iframe name="map" src="http://www.gmodules.com/ig/ifr?url=http://2008summergames.googlecode.com/svn/com/games.xml&#038;hl=en" width="700px" height="520px" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" / ></iframe></p>
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		<title>A China Como Marca</title>
		<link>http://comdigital.info/conteudo/a-china-como-marca/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 14:53:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Moresco</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Análise]]></category>

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		<description><![CDATA[A maior ação de divulgação de uma marca se iniciou com os preparativos dos Jogos de Pequim. Mas será que a China pode ser considerada uma marca forte? Que valores ela, como nação, realmente defende?<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "A China Como Marca", url: "http://comdigital.info/conteudo/a-china-como-marca/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, Pequim terá a maior campanha publicitária de toda a história dos Jogos Olímpicos. Segundo o site <strong><a href="http://www.adnews.com.br" target="_blank">adNEWS</a></strong>, os <strong><a href="http://www.adnewstv.com.br/publicidade.php?id=74287" target="_blank">investimentos</a></strong> somam por volta de US$53,4 bilhões.</p>
<p>Mas, antes de começar a falar do show pirotécnico publicitário que foi preparado para as Olimpíadas, quero falar um pouco sobre a China - e não especificamente sobre Pequim ou sobre as Olimpíadas - como uma <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marca" target="_blank">marca</a></strong>. Sou da opinião de que quase tudo pode ser transformado em uma marca, seja uma <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sílvio_santos" target="_blank">pessoa</a></strong>, uma campanha do <strong><a href="http://www.paniconainterne.com.br" target="_blank">Pânico da TV</a></strong>, um <strong><a href="http://www.barackobama.com/splash" target="_blank">político</a></strong> ou, como neste caso, até mesmo uma nação.<br id="qlpn" /> <br id="qlpn0" /> <strong>Atributos da marca</strong><br />
Seguindo nessa lógica, que tipo de marca seria a China? Um <strong><a href="http://www.brandchannel.com/features_profile.asp?pr_id=352" target="_blank">artigo</a></strong> de um cara chamado <strong><a href="http://www.poolonline.com/bios/biotblackett.html" target="_blank">Tom Blackett</a></strong>, publicado no <strong><a href="http://www.brandchannel.com" target="_blank">Brandchannel</a></strong>, diz que marcas de sucesso devem ser construídas com base em atributos como performance, reputação e honestidade.</p>
<p>Para o autor, a China possui todos estes, porém de forma não equilibrada. Concordo com o cara. Na verdade, ainda acho a China um território meio nebuloso e arriscaria a dizer que nele há uma sucessão de desequilíbrios.<br id="uiwn" /> <br id="uiwn0" /> Os direitos humanos (ou a falta deles), os operários que ajudaram a construir os espaços que sediarão as competições e que foram <a href="http://vejaonline.abril.com.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&amp;pageCode=1&amp;textCode=144995&amp;date=currentDate" target="_blank"><strong>mandados às pressas de volta</strong></a> às suas cidades natais, os <strong><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL700575-5602,00.html">cartazes</a></strong> afixados nos pontos de ônibus de Pequim que instruem os chineses sobre como não abordar os turistas estrangeiros, a <strong><a href="http://pedrodoria.com.br/2007/09/24/china-seu-crescimento-sua-poluicao/" target="_blank">poluição</a></strong> - fruto do crescimento descontrolado - que ameaça o desempenho dos atletas nas competições.</p>
<p>Estes são alguns fatores que me fazem duvidar da prosperidade da China como uma marca. Isto sem contar os conflitos políticos e sociais com o Tibete, que por si só já constituem uma nova marca, ou um subcapítulo da marca China. O Tibete, por sua vez, é representado pelo Dalai Lama, que é mais uma marca. Mas não vou entrar no mérito.<br id="i8qt" /> <br id="i8qt0" /> <a href="http://comdigital.info/conteudo/wp-content/uploads/2008/08/tbwa_compilado.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-39" style="margin: 0px 10px; float: left;" title="tbwa_compilado" src="http://comdigital.info/conteudo/wp-content/uploads/2008/08/tbwa_compilado.jpg" alt="" /></a><strong>A campanha para mudar a imagem</strong><br />
Os Jogos Olímpicos têm, por natureza, a característica de trazerem à tona as questões mais enraizadas - bem ou mal resolvidas - do local que os sedia. E com a China não foi diferente. As pessoas no mundo todo ficaram sabendo de fatos que fazem um ensopado de cachorro parecer uma porção de nuggets. Repito a idéia: o fato de a China estar &#8216;na vitrine&#8217; do mundo nos últimos tempos serve para o bem e para o mal.<br id="uuh5" /></p>
<p>Ao mesmo tempo em que tenta se mostrar como uma nação forte, próspera e capaz de sediar um evento deste porte, a China teve as suas - de certa forma já sabidas - fraquezas expostas. Isto fez com que as autoridades chinesas, de uma forma geral, fossem cobradas a mudar atitudes e dar explicações.</p>
<p>Houve inclusive uma polêmica <strong><a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI7065-15294,00.html" target="_blank">campanha publicitária</a></strong> produzida pela <strong><a href="http://www.tbwa-france.com" target="_blank">TBWA/Paris</a></strong> para a <strong><a href="http://www.br.amnesty.org/" target="_blank">Anistia Internacional</a></strong> - que, vale dizer, não aprovou a campanha, premiada em Cannes neste ano - que chama a atenção para a questão dos direitos humanos na China. Os anúncios mostram pessoas sendo torturadas em ambientes esportivos, assinados com a frase  &#8220;Depois dos Jogos Olímpicos, a luta pelos direitos humanos vai continuar&#8221;.</p>
<p><strong>Os valores</strong><br />
Toda essa conversa é para dizer que, na minha opinião, a China, por  enquanto, ainda é uma marca fraca. Digo isto porque uma marca precisa estar fortemente alicerçada em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Brand_equity" target="_blank">valores</a> (além de comunicá-los de forma consistente) e, neste quesito, acho que a China deixa muito a desejar.</p>
<p>Quais são os valores da China? Quais são realmente verdadeiros? Quem os compra como idéia? O que ela promete entregar? Sinceramente, não sei. Talvez depois das Olimpíadas essas questões fiquem mais resolvidas, pelo menos na minha cabeça, em função da exposição das &#8216;intimidades&#8217; da nação chinesa.<br id="dz_y" /></p>
<p><strong>As marcas por trás da marca</strong><br />
Mas o fato é que, forte ou fraca, a China tem endossado, por meio das Olimpíadas, uma série de ações de marca que se apropriam do mote do Jogos para reforçar suas estratégias de branding. Assim, a marca China serve como marca guarda-chuva para todas as outras empresas que anunciam no período anterior e durante os Jogos. O próximo post será focado na análise de ações online de marcas como <a href="http://www.olympikus.com.br/site/default.aspx" target="_blank">Olympikus</a> - patrocinadora e marca oficial do <a href="http://www.cob.org.br" target="_blank">COB</a> (Comitê Olímpico Brasileiro) -, <a href="www.lenovo.com/br/pt/" target="_blank">Lenovo</a> - fabricante chinesa de computadores pessoais -, <a href="http://espnbrasil.terra.com.br" target="_blank">ESPN </a>- canal esportivo multinacional - e <a href="http://www.mcdonalds.com.br" target="_blank">McDonald&#8217;s</a> (dispensa comentários, né?).<br id="kiut" /><br id="kiut0" />Justamente em função deste modelo de <a href="http://www.brandme.com.br/arquitetura" target="_blank">arquitetura de marca</a> &#8216;imposto&#8217; pelos Jogos Olímpicos, denominado de modelo de paternidade, em que uma marca maior confere credibilidade (ou não) às demais marcas que estão debaixo do seu guarda-chuva, as marcas que anunciam na China, neste período, caminham em ovos.</p>
<p>Isto porque a percepção dos consumidores em relação a estas marcas pode ser abalada em função de fatores como os conflitos relacionados ao Tibete, pois a marca China responde, em parte, pela credibilidade das marcas anunciantes e as associações negativas com relação a ela &#8216;respingam&#8217; nas &#8216;marcas-filho&#8217;.</p>
<p>Na verdade, por enquanto, isto não passa de uma suposição. O que dirá, de fato, se estas marcas tiveram a sua credibilidade abalada por anunciarem durante os Jogos serão os resultados obtidos através das métricas de retorno dessas ações, especialmente as veiculadas na web, pois são <a href="http://www.google.com/analytics   " target="_blank">mais fáceis de se medir</a>.</p>
<p>Por ora, só nos resta aguardar e acompanhar o desenrolar desta competição.</p>
<p><a href="http://sharethis.com/item?&wp=2.5.1&amp;publisher=bb14f930-acbd-4549-b5c5-09eb4daf019d&amp;title=A+China+Como+Marca&amp;url=http%3A%2F%2Fcomdigital.info%2Fconteudo%2Fa-china-como-marca%2F">ShareThis</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Uma Abertura à Chinesa</title>
		<link>http://comdigital.info/conteudo/como-foi-a-cerimonia-de-abertura/</link>
		<comments>http://comdigital.info/conteudo/como-foi-a-cerimonia-de-abertura/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 14:44:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Bittencourt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Análise]]></category>

		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Pequim se preparou durante anos para fazer o maior espetáculo olímpico de todos os tempos. E a equipe do Olympicks acompanhou de perto, minuto a minuto, cada instante da cerimônia de abertura<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "Uma Abertura à Chinesa", url: "http://comdigital.info/conteudo/como-foi-a-cerimonia-de-abertura/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://comdigital.info/conteudo/wp-content/uploads/2008/08/tipos-moveis.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-41" title="tipos-moveis" src="http://comdigital.info/conteudo/wp-content/uploads/2008/08/tipos-moveis.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Símbolo de boa sorte na cultura chinesa, o número oito simboliza a necessidade do Comitê Olímpico Chinês de transformar os Jogos Olímpicos de Pequim no maior evento esportivo de todos os tempos. Querem bater todos os recordes, em todas as modalidades possíveis - número de delegações, de atletas, de eventos, de audiência.</p>
<p>Para assegurar que a boa fortuna acompanhe a maior edição da Olimpíada, os organizadores programaram a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim para uma seqüência de oitos - oito de agosto (mês oito) de 2008. A solenidade, realizada no bilionário estádio olímpico Ninho de Pássaro, começou pontualmente as 8 horas da noite dessa segunda-feira.</p>
<p>Foi uma cerimônia grandiosa, que a equipe do <strong>Olympicks</strong> acompanhou cada minuto. Reveja como foi a cobertura.</p>
<p><iframe src="http://www.coveritlive.com/index2.php?option=com_altcaster&#038;task=viewaltcast&#038;altcast_code=495b4c9f1c&#038;height=550&#038;width=470" scrolling="no" height="550px" width="470px" frameBorder="0" ></iframe></p>
<p><a href="http://sharethis.com/item?&wp=2.5.1&amp;publisher=bb14f930-acbd-4549-b5c5-09eb4daf019d&amp;title=Uma+Abertura+%C3%A0+Chinesa&amp;url=http%3A%2F%2Fcomdigital.info%2Fconteudo%2Fcomo-foi-a-cerimonia-de-abertura%2F">ShareThis</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Podiumcast, O Podcast Do Olympicks</title>
		<link>http://comdigital.info/conteudo/podiumcast-o-podcast-do-olympicks/</link>
		<comments>http://comdigital.info/conteudo/podiumcast-o-podcast-do-olympicks/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 15:15:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Bittencourt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

		<category><![CDATA[Podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[No podcast do Olympicks, os bastidores do grande desafio de monitorar o conteúdo que está sendo publicado pelos grandes portais sobre os Jogos de Pequim e a repercussão do projeto<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "Podiumcast, O Podcast Do Olympicks", url: "http://comdigital.info/conteudo/podiumcast-o-podcast-do-olympicks/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="margin: 5px; float: right;" src="http://comdigital.info/conteudo/wp-content/uploads/2008/07/ipod.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p>A equipe que desenvolveu o <strong>Olympicks</strong> não dorme em serviço. Não apenas porque trabalhou para montar um ambiente no qual os Jogos de Pequim podem ser acompanhados de uma maneira diferente da tradicional cobertura pelos portais - basta ver os conteúdos georreferenciados, os mapas e as &#8216;editorias&#8217; do site para perceber isso -, mas porque resolveu criar um podcast.</p>
<p>Sim, o <strong>PodiumCast</strong> fará uma análise da cobertura que os grandes sites da Olimpíada.</p>
<p>Na primeira edição do programa, os alunos Helene Hoy, Henrique Zambonin e Tiago Moresco contaram um pouco dos bastidores do projeto e as dificuldades enfrentadas para vencer o desafio de mapear o que está sendo publicado sobre os Jogos. A mediação da conversa foi do professor Daniel Bittencourt.</p>
<p></p>
<p><a href="http://sharethis.com/item?&wp=2.5.1&amp;publisher=bb14f930-acbd-4549-b5c5-09eb4daf019d&amp;title=Podiumcast%2C+O+Podcast+Do+Olympicks&amp;url=http%3A%2F%2Fcomdigital.info%2Fconteudo%2Fpodiumcast-o-podcast-do-olympicks%2F">ShareThis</a></p>]]></content:encoded>
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		<itunes:subtitle>A equipe que desenvolveu o Olympicks natilde;o dorme em serviccedil;o. Natilde;o apenas porque trabalhou para montar um ambiente no qual os Jogos de Pequim podem ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>A equipe que desenvolveu o Olympicks natilde;o dorme em serviccedil;o. Natilde;o apenas porque trabalhou para montar um ambiente no qual os Jogos de Pequim podem ser acompanhados de uma maneira diferente da tradicional cobertura pelos portais - basta ver os conteuacute;dos georreferenciados, os mapas e as 'editorias' do site para perceber isso -, mas porque resolveu criar um podcast.

Sim, o PodiumCast faraacute; uma anaacute;lise da cobertura que os grandes sites da Olimpiacute;ada.

Na primeira ediccedil;atilde;o do programa, os alunos Helene Hoy, Henrique Zambonin e Tiago Moresco contaram um pouco dos bastidores do projeto e as dificuldades enfrentadas para vencer o desafio de mapear o que estaacute; sendo publicado sobre os Jogos. A mediaccedil;atilde;o da conversa foi do professor Daniel Bittencourt.

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		<itunes:keywords>Destaque,,Podcast</itunes:keywords>
		<itunes:author>Curso de Comunicacao Digital, Unisinos</itunes:author>
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		<title>Palavras Mais Freqüentes</title>
		<link>http://comdigital.info/conteudo/hot-topics/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 02:11:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>comdig</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Categoria 1]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://comdigital.info/conteudo/?p=25</guid>
		<description><![CDATA[Você acabou de entrar em uma das áreas diferenciadas do Olympicks. Sua chegada aqui é resultado de uma ação: o clique em uma palavra listada em Palavras Mais Freqüentes.
E essa é, justamente, uma das funcionalidades que diferenciam o Olympicks de outros projetos. Neste espaço, estão listados os assuntos mais comentados em todos os conteúdos que [...]<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "Palavras Mais Freqüentes", url: "http://comdigital.info/conteudo/hot-topics/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você acabou de entrar em uma das áreas diferenciadas do <strong>Olympicks</strong>. Sua chegada aqui é resultado de uma ação: o clique em uma palavra listada em Palavras Mais Freqüentes.</p>
<p>E essa é, justamente, uma das funcionalidades que diferenciam o <strong>Olympicks </strong>de outros projetos. Neste espaço, estão listados os assuntos mais comentados em todos os conteúdos que foram varridos em blogs e portais e mapeados pelo sistema.</p>
<p>Após uma breve compilação no banco de dados, os mais recorrentes aparecem nessa seção. Ao clicar nos nomes, o usuário é direcionado a essa página, que mostra todos os itens ordenados em uma lista.</p>
<p><a href="http://sharethis.com/item?&wp=2.5.1&amp;publisher=bb14f930-acbd-4549-b5c5-09eb4daf019d&amp;title=Palavras+Mais+Freq%C3%BCentes&amp;url=http%3A%2F%2Fcomdigital.info%2Fconteudo%2Fhot-topics%2F">ShareThis</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Podcast</title>
		<link>http://comdigital.info/conteudo/podcast/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jun 2008 14:27:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Bittencourt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>

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		<description><![CDATA[Criar texto do podcast.
<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "Podcast", url: "http://comdigital.info/conteudo/podcast/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Criar texto do podcast.</p>
<p><a href="http://sharethis.com/item?&wp=2.5.1&amp;publisher=bb14f930-acbd-4549-b5c5-09eb4daf019d&amp;title=Podcast&amp;url=http%3A%2F%2Fcomdigital.info%2Fconteudo%2Fpodcast%2F">ShareThis</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A Promessa Não Cumprida</title>
		<link>http://comdigital.info/conteudo/a-promessa-nao-cumprida/</link>
		<comments>http://comdigital.info/conteudo/a-promessa-nao-cumprida/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 23:57:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Bittencourt</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Análise]]></category>

		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

		<category><![CDATA[agregador]]></category>

		<category><![CDATA[georreferência]]></category>

		<category><![CDATA[GeoRSS]]></category>

		<category><![CDATA[GeoURL]]></category>

		<category><![CDATA[mapas]]></category>

		<category><![CDATA[RSS]]></category>

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		<description><![CDATA[Feeds são uma boa pedida para acompanhar a Olimpíada. Mas saiba que você poderia estar tirando proveito muito melhor se alguns detalhes fossem considerados<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "A Promessa Não Cumprida", url: "http://comdigital.info/conteudo/a-promessa-nao-cumprida/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://comdigital.info/conteudo/wp-content/uploads/2008/07/icon.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-27" style="margin: 5px; float: right;" title="icon" src="http://comdigital.info/conteudo/wp-content/uploads/2008/07/icon.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Entre as promessas da chamada Web 2.0 está a premissa de levar o conteúdo aonde o leitor está. Afinal, há algum tempo o usuário aprendeu que pode acompanhar as informações de sua preferência longe da interface habitual dos sites.</p>
<p>Smartphones, celulares e agregadores de RSS complementam a função exercida pelos navegadores - inverter a lógica e levar a informação até o usuário, e não mais o usuário até a informação. De algum modo, essa promessa foi percebida por Nicholas Negroponte em <strong>A Vida Digital</strong>, mas esse é um outro papo</p>
<p>Voltando ao tema, muito dessa promessa baseia-se nos webfeeds - serviço que permite ao usuário assinar um determinado canal e receber as notícias no momento seguinte à publicação. Legal. É o jornal chegando na casa do assinante, que não precisa mais ir até a banca para ter o resumo das principais notícias do dia anterior.</p>
<p><strong>Explorando o vácuo</strong><br />
Apesar de cumprirem seu papel inicial, os feeds dos portais mapeados pelo Olympicks ainda têm espaço para serem mais bem aproveitados. Sua potencialidade está à prova de ser explorada.</p>
<p>Quer um exemplo? Entre os parâmetros que podem ser configurados no <strong>XML</strong> - perdão, mas é preciso falar da linguagem, apesar de ser um papo muitas vezes entediante - está o que determina a exata localização do que o conteúdo se refere.</p>
<p>Quem vem utilizando essa possibilidade é a versão online do <a href="http://www.gazetteonline.com/" target="_blank"><strong>The Gazette</strong></a>, que trabalha as informações que publica a partir do georreferenciamento. Um mapa mostras as referencias espaciais em que o fato ocorreu. Há ainda cruzamentos interessantes, com o GeoRSS e o GeoURL - ambas permitiriam um outro aproveitamento dos dados.</p>
<p><strong>Uma nova tendência</strong><br />
O exemplo mais bem acabado do modo como o RSS georreferenciado pode ser explorado é o site <strong><a href="http://outside.in/" target="_blank">outside.in</a></strong>, que mapeia notícias publicadas em sites jornalísticos, posts em blogs e outros conteúdos em mais de 11 mil cidades norte-americanas.</p>
<p><a href="http://comdigital.info/conteudo/wp-content/uploads/2008/07/outsidein.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-28" style="float: left; margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="outsidein" src="http://comdigital.info/conteudo/wp-content/uploads/2008/07/outsidein.jpg" alt="" /></a>A imagem mostra o mapa com as referências dos conteúdos publicados em uma vizinhança de Los Angeles. A partir desta solução, a navegação passa a ser espacial - que agrega o que se produziu sobre aquela localidade dentro dessa referência geográfica - e não mais fragmentada em blogs ou sites de informação.</p>
<p>Todo esse esforço é para apresentar ao leitor um novo modo de navegar pelo que é escrito/produzido localmente, a partir de um mapa.  Sai, portanto, a referencia textual e entra a visual, com força.</p>
<p>(Aliás, o <strong>outside.in</strong> foi uma das referências da equipe do Olympicks para criar uma versão segmentada sobre os Jogos.)</p>
<p><strong>Muito prazer, tag<br />
</strong>Nenhum dos sites monitorados pela versão em português de Olympicks consegue fazer esse cruzamento. Aliás, era intenção do site apresentar as informações publicadas pelos grandes portais em um formato georreferenciado, mas a não apresentação desses parâmetros dificultou nossos esforços.</p>
<p>Já que estamos falando sobre Web 2.0, um outro aspecto deve ser mencionado. Aquele método duro de indexação de conteúdo chamado taxonomia perdeu espaço para o modo cotidiano que as pessoas têm de classificar as coisas.</p>
<p>Trocando em miúdos, trocam-se palavras que não fazem parte desse contexto por tags - que servem para fazer esse novo modo de indexação. As tags podem ser indicadas dentro do XML dos feeds dos sites, mas - mais uma vez - nenhum dos portais monitorados pelo Olympicks atentou-se para esse fato.</p>
<p>Quando o fez, apesar criou uma única tag, como o Terra com a etiqueta Pequim 2008. Muito pouco. O conteúdo é bem mais diversificado que isso - e o usuário sabe disso. O hotsite do O Estado de S.Paulo trabalha melhor as tags, entretanto esbarrou em uma outra dificuldade - não oferecer um RSS específico sobre os Jogos Olímpicos de Pequim.</p>
<p>Não se pode ter tudo nessa vida.</p>
<p><a href="http://sharethis.com/item?&wp=2.5.1&amp;publisher=bb14f930-acbd-4549-b5c5-09eb4daf019d&amp;title=A+Promessa+N%C3%A3o+Cumprida&amp;url=http%3A%2F%2Fcomdigital.info%2Fconteudo%2Fa-promessa-nao-cumprida%2F">ShareThis</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Interatividade Pra Quê?</title>
		<link>http://comdigital.info/conteudo/interatividade-pra-que/</link>
		<comments>http://comdigital.info/conteudo/interatividade-pra-que/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 23:19:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Helene Hoy</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Análise]]></category>

		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

		<category><![CDATA[comentário]]></category>

		<category><![CDATA[hotsite]]></category>

		<category><![CDATA[interatividade]]></category>

		<category><![CDATA[jogos olímpicos]]></category>

		<category><![CDATA[portais]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de o noticiário sobre os Jogos ganhar terreno nos portais, o usuário é deixado de fora do pódio. Na maior parte das vezes, sequer pode publicar uma mera opinião.<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "Interatividade Pra Quê?", url: "http://comdigital.info/conteudo/interatividade-pra-que/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="i31b3">Ao realizar as análises dos conteúdos que estão sendo monitorados pelo <strong>Olympicks</strong>, me deparei com a precária interatividade oferecida a quem utiliza os grandes portais para se informar sobre os Jogos de Pequim.</p>
<p id="i31b9">Em um hotsite perecível como um especial de Olímpidas, o que espera-se são conteúdos variados de um veículo para o outro e materiais ou ferramentas interessantes que façam as pessoas terem vontade de acompanhar esse acontecimento através da Web.</p>
<p>Entretanto, a realidade é mais dura que a idealização.</p>
<p><strong>A competição é em Pequim ou aqui?</strong><br />
Quatro dos cinco grandes portais brasileiros apresentam a mesma estrutura para repassar informação: notícias, vídeos, fotos, guia sobre Pequim, histórico das Olimpíadas. Tudo em um formato mais convencional.</p>
<p>Além de conterem as mesmas seções - e muitas vezes o mesmo conteúdo -, os sites temáticos não pensam no usuário final. Parece que o objetivo não é inovar ou oferecer conteúdo com qualidade, mas, sim, tentar melhorar o trabalho que outro fez. É uma competição entre eles, e não a busca por informar melhor o usuário.</p>
<p id="i31b19">O único que não apresenta um formato tão tradicional é o site da ESPN, que inovou no layout trazendo conteúdo com aparência mais próxima das tendências mais contemporâneas da Web. Isso em um primeiro momento nos leva a imaginar que a relação que eles querem criar com o usuário é a mais atual possível, ou seja, oferecer um espaço para a contribuição externa. Porém não é o que se observa.</p>
<p id="i31b25"><strong>Formato clássico, porém nada inovador</strong><br />
A ESPN, com todo conteúdo que produz, oferece a quem acessa a informação apenas uma enquete como forma de participação. Seus concorrentes oferecem um pouco a mais - mesmo que com formato &#8220;padrão&#8221;.</p>
<p id="i31b32">Na seção de <strong>Vídeos</strong>, tanto UOL como clic RBS apresentam o consagrado formato <em id="i31b28">YouTube </em>em sua estrutura. Apesar de não inovarem na aparência, oferecem espaço para o usuário comentar, compartilhar os vídeos e criar rankings.</p>
<p>Em <strong>Históricos</strong>, UOL e clic RBS são os que oferecem novamente um conteúdo mais diferenciado ao incluírem em suas matérias infográficos básicos que permitem uma navegação e leitura do conteúdo mais dinâmico.</p>
<p>Mas a estrutura dos textos dessa área continua muito pouco explorada, pois oferecem apenas textos com algumas imagens. Enquanto poderia ser uma das áreas mais exploradas, através de vídeos, criação de infográficos interativos em que as pessoas pudessem controlar ou adicionar alguma informação, estimular a participação do usuário contando uma história que tenha vivido em alguma olimpíada.</p>
<p id="i31b38"><strong>O papel da contribuição</strong><br />
Todos portais apresentam galerias com imagens. Entretanto, apresentam as mesmas imagens, não importa qual site o usuário acesse. A explicação é simples: as fontes são as agências de notícias.</p>
<p>Como sair dessa armadilha? Simples. Seria interessante como forma de interação que as pessoas pudessem acrescentar conteúdo produzido por elas mesmas - o que iria enriquecer os materias já coletados e estimular a participação e a volta desse usuário ao portal.</p>
<p>As notícias apresentadas em todos os portais possuem a mesma estrutura e sem espaço para comentários  - com exceção do clicRBS. Não parece haver empenho em modificar, em transgredir esse modo de construção da informação. Se o formato atual utilizado traz resultados, então porque não complementar essas notícias com as possibilidades que a plataforma web nos oferece?</p>
<p id="i31b50">Qual a relação que esses portais querem  estabelecer com seus usuários? Ser uma página inicial em um browser em que ele consulta quando a chamada na capa o interessou, mas sai em seguida que essa necessidade foi satisfeita ou estimular o usuário a entrar e ficar navegando absorvendo o conteúdo oferecido e voltar sempre que quiser ver algo interessante e de destaque?</p>
<p id="i31b54">Fica a escolha. Tanto para os portais como para o usuário.</p>
<p><a href="http://sharethis.com/item?&wp=2.5.1&amp;publisher=bb14f930-acbd-4549-b5c5-09eb4daf019d&amp;title=Interatividade+Pra+Qu%C3%AA%3F&amp;url=http%3A%2F%2Fcomdigital.info%2Fconteudo%2Finteratividade-pra-que%2F">ShareThis</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Tocha Não é A Mensagem</title>
		<link>http://comdigital.info/conteudo/a-tocha-nao-e-a-mensagem/</link>
		<comments>http://comdigital.info/conteudo/a-tocha-nao-e-a-mensagem/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 21:49:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Moresco</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Análise]]></category>

		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

		<category><![CDATA[agências de notícia]]></category>

		<category><![CDATA[conteúdo]]></category>

		<category><![CDATA[fontes]]></category>

		<category><![CDATA[jogos olímpicos]]></category>

		<category><![CDATA[notícias]]></category>

		<category><![CDATA[pequim2008]]></category>

		<category><![CDATA[portais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://comdigital.info/conteudo/?p=13</guid>
		<description><![CDATA[Ao noticiar os jogos, uma prática fica evidente – a publicação de uma mesma notícia em vários portais. Quem perde com a falta de edição é você, leitor.<script type="text/javascript">SHARETHIS.addEntry({ title: "A Tocha Não é A Mensagem", url: "http://comdigital.info/conteudo/a-tocha-nao-e-a-mensagem/" });</script>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://comdigital.info/conteudo/wp-content/uploads/2008/07/beijinglogotorch.jpg"><img class="alignleft alignnone size-medium wp-image-29" style="float: left; margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="beijinglogotorch" src="http://comdigital.info/conteudo/wp-content/uploads/2008/07/beijinglogotorch.jpg" alt="" /></a>Em tempos pré-olímpicos (afinal estamos a menos de dois meses do início dos jogos), é interessante observar como as diferentes fontes que estão sendo mapeadas pelo <strong>Olympicks </strong>se comportam frente a um mesmo fato noticioso.</p>
<p>Hoje foi a vez da tocha olímpica - símbolo que suscitou protestos em diversos lugares do mundo - passar pela cidade de <a title="Shangri-la" href="http://maps.google.com/maps?f=q&amp;hl=en&amp;geocode=&amp;q=shangri-la,+china&amp;sll=25.601902,101.865234&amp;sspn=9.4239,19.248047&amp;ie=UTF8&amp;z=6" target="_blank">Shangri-la</a>, que serviu de inspiração para o <a title="Horizonte Perdido" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=669977&amp;sid=18817113610613429772462746&amp;k5=6C67D82&amp;uid=" target="_blank">livro</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/James_hilton" target="_blank">James Hilton</a>, de 1933.</p>
<p>Analisando as fontes de notícias que alimentam o <strong>Olympicks</strong>, é possível identificar dois tipos de abordagem - ou dois tipos e um subtipo. Explico. A primeira abordagem identificada é o pronunciamento feito pelo Dalai Lama, pedindo calma e respeito à passagem da tocha olímpica, notícia esta encontrada em todas as fontes mapeadas (relembrando: <a href="http://olimpiadas.uol.com.br/ultimas/2008/06/12/ult33u72675.jhtm" target="_blank">UOL</a>, <a href="http://esportes.terra.com.br/pequim2008/interna/0,,OI2944076-EI10378,00-Dalai+Lama+pede+calma+na+passagem+da+tocha+pelo+Tibete.html" target="_blank">Terra</a>, <a href="http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/0,,MUL598138-9823,00.html" target="_blank">Globo Esporte</a>, <a href="http://pequim.espn.com.br/espn/site/olimpiadas/noticias/geral/noticia0287.html" target="_blank">ESPN,</a> <a href="http://www.clicrbs.com.br/olimpiada2008/jsp/default.jspx?uf=1&amp;local=1&amp;action=noticias&amp;id=1965110&amp;section=Not%EDcias" target="_blank">clicRBS</a> e <a href="http://quest1.jb.com.br/extra/2008/06/12/e12064608.asp" target="_blank">JB Online</a>).</p>
<p>Outro viés é justamente a passagem da tocha pela cidade de Shangri-la. Ok, temos duas abordagens, mas e o que seria o subtipo?</p>
<p>Bem, acontece que dois portais -Terra e clicRBS - deram um enfoque brasileiro, literalmente, a este último fato mencionado. Em razão da participação de um brasileiro (Mateus Laurito del Conte) no revezamento da tocha em Shangri-la, <a href="http://esportes.terra.com.br/pequim2008/interna/0,,OI2941852-EI10378,00.html" target="_blank">Terra</a> e <a href="http://www.clicrbs.com.br/olimpiada2008/jsp/default.jspx?uf=1&amp;local=1&amp;action=noticias&amp;id=1961473&amp;section=Not%EDcias" target="_blank">clicRBS </a>optaram por valorizar o representante tupiniquim em suas notícias.</p>
<p>Não por acaso, ambos mencionam a <a href="http://www.efe.com/">EFE</a> como fonte da notícia publicada. Globo Esporte e UOL, com textos muito parecidos, não mencionam del Conte em suas notícias, enquanto ESPN e JBOnline não publicaram notícias específicas sobre a tocha em Shangri-la.<strong></strong></p>
<p><strong>Mesma fonte, mesmo texto. E o complemento?</strong><br />
Partindo para a análise do pedido de respeito à tocha feito pelo Dalai Lama, vemos todos os portais publicando a respeito. <a href="http://olimpiadas.uol.com.br/ultimas/2008/06/11/ult5584u2022.jhtm" target="_blank">UOL</a>, <a href="http://esportes.terra.com.br/pequim2008/interna/0,,OI2944076-EI10378,00-Dalai+Lama+pede+calma+na+passagem+da+tocha+pelo+Tibete.html " target="_blank">Terra </a>e <a href="http://quest1.jb.com.br/extra/2008/06/12/e12064608.asp" target="_blank">JB Online</a> mencionam a <a href="http://www.afp.com/english/home/" target="_blank">Agence France-Presse</a> como fonte de suas notícias e publicaram exatamente o mesmo texto.</p>
<p>Adicionar conteúdos, fotos, vídeos, mapas, reportagens, infográficos? Não, obrigado. Aliás, parece ter sido a resposta adotada por quase todas as fontes mapeadas pelo <strong>Olympicks</strong>, em resposta à pergunta do meu monólogo.</p>
<p>Ainda que existam esforços quanto a construção de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Infogr%C3%A1fico" target="_blank">infográficos</a> sobre os <a href="http://esportes.terra.com.br/pequim2008/interna/0,,OI1966492-EI10378,00.html" target="_blank">locais de competição</a> e <a href="http://olimpiadas.uol.com.br/2008/guia/trajeto-da-tocha-olimpica-2008.jhtm" target="_blank">rota da tocha</a>, publicação de vídeos e resgates históricos de outras olimpíadas, me parece que falta perspicácia - ou mesmo vontade - de relacionar esses conteúdos, muitas vezes não muito bons, às notícias, ao invés de deixá-los estagnados em uma seção/submenu específica(o).<br id="tqkf" /></p>
<p><strong>Há o que acrescentar</strong><br />
Se já se teve o trabalho de eslaborar esses conteúdos para integrarem seções das páginas olímpicas dos portais, o que custa adicioná-los aos textos  - óbvio que quando pertinentes - para agregar informações e melhorar a experiência de navegação e conhecimento do sujeito &#8220;usuário&#8221;? Bem difícil de entender.</p>
<p>Ou, ainda, será que as equipes de reportagem dos grandes portais como UOL, Terra e Globo Esporte que estão em Pequim não têm mais nada a dizer e/ou acrescentar ao que foi fornecido pelas agências de notícia?<br id="c0w:0" />Pode ser que tenha a ver com a relevância da notícia, é verdade. Mas, ainda assim, pelo menos mais fotografias poderiam ser utilizadas para ilustrar as notícias em complemento às caras e gestos do Dalai Lama. O <a href="http://flickr.com" target="_blank">Flickr</a> tem se mostrado uma aplicação fantástica como fonte de conteúdo fotográfico. Mas, como era de se esperar, nem sinal dele. <br id="bpgb" /><br id="bpgb0" /><strong>O que compartilhar, se tudo é igual?</strong><br />
Aliás, agora chegamos a outro ponto, o uso de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Social_media" target="_blank">Social Media</a> nos portais olímpicos brasileiros. Apenas UOL e Terra permitem o compartilhamento dos conteúdos através de redes sociais e de ferramentas de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Internet_bookmark" target="_blank">social bookmarking</a>. <a href="http://de.icio.us.com" target="_blank">Del.ico.us</a>, <a href="http://twitter.com">Twitter</a>, <a href="http://technorati.com" target="_blank">Techonarati</a>, <a href="http://facebook.com" target="_blank">Facebook </a>e <a href="http://digg.com" target="_blank">Digg</a> estão entre os aplicativos suportados para o compartilhamento. Porém, de nada adianta tantas ferramentas para compartilhar o link de uma notícia ou outro tipo de conteúdo se eles não forem relevantes o suficiente para estimularem essa prática.<br id="miab" /><br id="miab0" />Então, mais do que ferramentas <em>webdoispontozeradas</em>, acredito que os portais devem se esforçar um pouco mais em compreender as especificidades e possibilidades suportadas pelo meio em que trabalham, afim de veicular conteúdos mais consistentes, mais hipertextuais e, conseqüentemente, mais relevantes.<br id="bs88" /><br id="bs880" />E você, o que pensa à respeito?<br id="bqjq" /></p>
<p><a href="http://sharethis.com/item?&wp=2.5.1&amp;publisher=bb14f930-acbd-4549-b5c5-09eb4daf019d&amp;title=A+Tocha+N%C3%A3o+%C3%A9+A+Mensagem&amp;url=http%3A%2F%2Fcomdigital.info%2Fconteudo%2Fa-tocha-nao-e-a-mensagem%2F">ShareThis</a></p>]]></content:encoded>
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